moutinho

Lista dos clubes devedores ao fisco

In Desporto, banqueiros on 04/11/2009 at 21:05

- Mais de 5 000 000 euros:

Boavista FC SAD.

SC Salgueiros.

- De 1 000 001 a 5 000 000 euros:

SC Farense.

Vitória FC SAD.

- De 500 001 a 1 000 000 euros:

FC Maia.

Leixões SC.

Seixal FC.

- De 100 001 a 500 000 euros:

Académico FC.

Amora FC.

Boavista FC.

Clube Académico do Paço.

CD Montijo.

CF União de Lamas.

CF Valadares.

Ermezinde SC.

FC Marco.

FC Famalicão.

GD Coruchense.

Neves FC.

Sport Clube Senhora da Hora.

Sport Lisboa e Fanhões.

União Desportiva de Santarém.

União Futebol Comércio e Industria de Tomar.

Vitória FC.

- De 50 001 a 100 000 euros:

Associação Desportiva Lousada.

Grupo Desportivo Águias de Camarate.

Óquei Clube de Barcelos.

Sport Lisboa e Olivais.

União Sport Clube de Paredes.

The great Higher Education swindle

In Ensino Superior, Política, educação on 01/11/2009 at 17:55

Abaixo transcrevo notícia do público online.

O anterior governo aniquilou o anterior sistema de avaliação, suportado directamente pelo Ministério, e estivemos 4 anos sem avaliação.

Agora aparecem com a AAAES, criada há 3 anos, a induzir que vêm preencher uma lacuna. Vêm, preencher a lacuna que criaram.

É curioso, e eu acho pouco sério, que este sistema seja agora pago pelas Instituições. A AAAES tem um orçamento próprio e dotações orçamentais que podem ser inscritas no OE… Já se sabe!

Não duvido da seriedade e da qualidade das pessoas envolvidas nesta Agência. Mas a atitude do mesmo Ministro durante o mandato anterior não pode ser nem branqueada nem corrigida por este arranque tardio.

Desejo longa vida livre de pressões e preconceitos e muitos sucessos, cheios de resultados de evolução do sistema, para a novel Agência, da qual até agora só temos bláblá e intenções.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente da AAAES, Alberto Amaral, revelou que as universidades e politécnicos têm de realizar os pedidos de acreditação prévia dos cursos que vão arrancar em 2010/2011 entre 2 de Novembro e 30 de Dezembro, obtendo uma resposta, no máximo, até Julho.

Quanto à acreditação preliminar dos cursos já existentes que as instituições queiram manter a funcionar em 2010/2011, os pedidos têm de ser realizados entre 9 de Novembro e 5 de Abril do próximo ano, sendo cobrados por este procedimento 600 euros.

“No próximo ano civil vamos analisar as propostas de novos cursos e fazer uma triagem, que fica concluída este ano lectivo. O Governo optou por dar prioridade aos cursos que claramente oferecessem dúvidas quanto à sua qualidade e analisá-los primeiro”, justificou Alberto Amaral.

Segundo o responsável, os cursos que durante a acreditação preliminar ofereçam à partida mais problemas vão entrar num processo de certificação normal, “mais apurado, mais aprofundado e com peritos estrangeiros”, que estará concluído até ao termo do ano lectivo de 2010/2011.

Parte dos cursos existentes deve “chumbar”

Alberto Amaral acredita que parte dos 4887 cursos existentes não vão passar após a certificação preliminar, prognosticando que em vários casos o corpo docente não será suficiente para cobrir as necessidades impostas por lei no que toca ao número de professores com mestrados e doutoramentos, por exemplo.

“Era preciso dar uma garantia aos alunos e às famílias de que os casos mais horríveis foram eliminados mais depressa, em vez de se esperar cinco anos pelo final do primeiro ciclo de avaliação e acreditação”, justificou.

Quanto aos restantes cursos, ficam com a acreditação preliminar até à entrada do primeiro ciclo de cinco anos de avaliação e acreditação regular, que arrancará em 2011/2012.

No entanto, o conselho de administração da Agência ainda não definiu o valor que será cobrado às instituições pela acreditação regular. De acordo com o seu presidente, será provavelmente um encargo entre 2300 e 15 mil euros, que universidades e politécnicos vão ter de assumir, tudo indica, integralmente.

O artigo 4 do decreto-lei que institui a Agência, publicado em Diário da República a 5 de Novembro de 2007, estipula que “ao Estado não incumbe assegurar quaisquer outras dotações regulares à Agência, ressalvada a remuneração dos serviços cuja prestação lhe solicite”, além de quatro milhões de euros para dotação inicial e instalação.

Depois, o regulamento de funcionamento dos procedimentos de avaliação e acreditação indica no artigo 24 que, “por cada procedimento de acreditação, reapreciação, renovação e revisão da acreditação são devidas taxas” e que “com a entrega do pedido de acreditação deve ser entregue o comprovativo do pagamento da taxa que for devida”.

5 de Outubro no Porto

In Cultura, Política, Vida on 04/10/2009 at 23:03

Apesar da Câmara Municipal do Porto e do Governo Civil do Porto nada terem feito para as organizar, haverá no Porto comemorações dos 99 anos da República.

CONVITE PARA O 5 DE OUTUBRO