E quando cumprimos o nosso papel, que é trabalhar, seja leccionando, investigando, prestando serviços, e atingimos a meta canónica do doutoramento, o que corresponderia a uma alteração da categoria profissional e consequente alteração da remuneração mas isso não acontece por motivos pretensamente orçamentais?
Isto é, o que é mais importante, cumprir a Lei e respeitar o trabalho, o trabalhador e a docência, ou violentá-la em nome dos troikismos orçamentais?
O que é mais importante, respeitar a ideia de educação superior, e compensá-la, ou dar a impressão de que se é um (duvidoso) bom gestor?
(Publicado em Fórum SNESup)